Entrevista na blogosfera

28 novembro 2005

... a uma das autoras que farão parte do nosso livro. Aqui.

6 comentários:

Helena disse...

Jorge do Céu!! Que surpresa! Entrei no link certa de que ia ler a entrevista de alguma das outras autoras escolhidas e dei de cara com a minha... hehe

Nem sei o que dizer.

Obrigada por republicar.

um beijo,

Helena



Helena

Anónimo disse...

Não há novidades sobre a antologia?

Um Bom Ano para ambos.

João Ventura

Octavio Aragão disse...

Pois é, João.
Eu até já me havia esquecido!
Sei que nossos heróis devem estar batalhando por uma editora, mas é inegável que fica uma saudade imensa daquela movimentação do ano passado...

Anónimo disse...

Pois. O ímpeto inicial pareceu-me que era mais direccionado para fazer sombra à proposta de antologia da Simetria do que outra coisa. E agora que a oportunidade já veio e partiu é mais um daqueles projectos em águas de bacalhau como o blog da Galxmente ou do Terrarium Redux ou como o sempre eternamente anunciado regresso do E-nigma. Tomara que estivesse errado mas quando li o manifesto em que já «acautelavam» a possibilidade futura disto não dar em nada (a modos que antecipando o resultado final) não pude deixar de torcer o nariz. Enfim, lá vamos cantando e rindo...

Octavio Aragão disse...

Longe de querer botar lenha na fogueira (das vaidades), volto a este pleito para reafirmar que, aparentemente diferente do Anônimo acima, tenho plena confiança no andamento do projeto. Como tenho experiência com esse tipo de coisa em nossa área de atuação, bem sei que não é moleza gerenciar uma antologia dessas.

Meu intuito era reavivar a efervescência de 2005.

Jorge disse...

Isto à partida dá vontade de usar o velho ditado blogosférico que diz que "vozes de anónimo não chegam ao céu", mas como a questão é pertinente, cá vai resposta:

A ausência de novidades reflecte... a ausência de novidades. Nem boas, nem más. Ou seja: nem temos ainda garantia de publicação, nem decidimos ainda fechar portas. Permanece tudo em aberto. Pedimos paciência. Estas coisas não se fazem estalando os dedos, infelizmente.